segunda-feira, 19 de abril de 2010

Buddy G: my two moms and me

Just a normal family.

Um desenho animado mostrando aos espectadores, desde cedo, a vida como ela é, deve ser encarado como um avanço intelectual infantil extremamente importante quando o assunto é esse tipo de relação. As crianças vêem a pureza e não vulgarizam o verbo amar. É por aí que começa uma nova sociedade, livre de preconceitos.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Você daria 17 mil reais por 15 minutos de fama?

Flashes e mais flashes

Eu não tenho o direito de julgar ninguém, mas não consigo deixar de achar que é uma tremenda burrice fazer de tudo para aparecer em meia dúzia de programas de auditório e revistas de fofoca. Na verdade, não tenho nada contra tentar ser famoso por algum motivo válido, que não seja (mais um) corpo bonito. Mas o que eu vejo por aí é gente se desesperando pra aparecer não porque tem um trabalho como cantor/ator/músico/escritor/artista e quer reconhecimento, e sim simplesmente por aparecer. Pra mim, é completamente sem sentido.

sábado, 10 de abril de 2010

Falem mal, mas falem da Amy

Gramophones e beatas de igreja? No way!

O meio musical e as drogas sempre andaram juntos. Não, isso não é uma regra e muito menos afirmo aqui que seja um bom exemplo, mas é um fato que tanto os fãs, quanto as pessoas que convivem nesse meio reconhecem. Quando Janis Joplin e o Led Zeppelin foram homenageados durante um Grammy ninguém se apresentou contra, e por quê? Janis e John Bonham morreram tão jovens quanto Amy e a causa de suas mortes foi nada mais, nada menos do que drogas, porém, isso não tirou o reconhecimento pelo talento que possuíam. É verdade que hoje em dia vem-se tentando retirar a velha imagem de sexo, drogas e rock and roll e buscando-se formar jovens mais conscientes, mas a intenção do Grammy é premiar músicos por seu talento e potencial, e não por sua imagem ou postura. Ao vivo ela pode deixar a desejar, seus atos podem não ser os mais corretos, contudo ela faz o que se propôs a fazer: Canta, e pasmem, é muito boa!.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Você ficaria com um gay?

Dividindo mais que a Chapinha
Fico aqui imaginando se aquele homem sensível, que parece ser minha amiga, que compartilha os mesmos gostos que eu, até mesmo o de suspirar pelo Brad Pitt, virasse pra mim, e dissesse que queria ficar comigo, o que eu faria? Acredito que atração, não tem hora, nem momento marcado pra acontecer. Mesmo que não goste da fruta, ele pode, sim, se sentir atraído por mim. E eu poderia também me sentir atraída por ele, pois apesar dele ter soltado as frangas e revelado que o seu negócio é cor de rosa, e sua vida é purpurina, ele não deixou de ser homem.Se a gente já divide a Chapinha, por que não dividir um pouco mais de intimidade?.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Curva ou cabide?

Deputado, vá se preocupar com o narcotráfico
As intenções do deputado podem até ser bem intencionadas, mas acho que pouca coisa vai mudar na prática. Esse negócio de lei medindo quem está com mais ou menos peso não deixa de ser outra imposição de beleza, onde o magro não é bonito. Conheço muitas gordinhas lindas e sempre fui magrela — durante muito tempo, por mais que comesse, não engordava, e apesar de todo mundo dizer que não, de vez em quando encontro uma gordurinha aqui ou ali. Para mim, não é uma lei que vai mudar aquilo que é bonito ou feio. Vai de cada um, e gosto é gosto, não se discute.

sábado, 3 de abril de 2010

Até que a morte nos separe (?)

Tam Tam Taram Casamento, hoje em dia, é uma palavra que passa longe do dicionário de muita gente. Dos jovens então, nem se fala. A nova geração anda preocupada demais consigo mesma pra pensar em se unir a outra pessoa que possa estragar ou modificar os seus planos futuros. A carreira profissional e a liberdade têm falado mais alto. O amor-próprio tem sido maior que o amor ao próximo e, por um lado, isso pode ser bom. Portanto, se você não encontrou um chinelinho velho que tenha muitas afinidades e gostos em comum com você, é melhor pensar muito bem antes de tomar uma decisão tão importante. Vendo por esse lado, eu, que às vezes sou meio careta, acredito que os jovens estão certos em adiar até onde puderem essa decisão. Pois o casamento é um contrato. E quebra de contrato dá o maior incômodo. Sendo assim, só feche o contrato se tiver certeza que o serviço vai ser conforme o que foi combinado anteriormente e se lhe der a garantia de satisfação a longo prazo.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

De volta para o presente

Dawson´s Creek Amaria ver Joey e Pacey vivendo juntos, o Dawson ajudando o Steven Spielberg em um novo filme, o Jack cuidando da filha da Jen junto com o Doug e todos felizes visitando Capeside de vez em quando.