Sou uma romântica contida. Para mim, declarações de amor precisam ter restrições. Não sou do tipo que adota estratégias mirabolantes e pirotécnicas para me declarar. Nada de outdoor, Love Car, e muito menos tatuagem com o nome do amado no pé, na mão ou qualquer outro lugar do corpo. Sou do tipo que acredita que as provas de amor são expressas através de respeito e confiança. O resto são subterfúgios ou maneiras criativas de declarar o apreço pela pessoa. Amor de verdade não se prova na pele, ele está no coração.P.s. Vocês lembram de quem é o pé da foto e como terminou essa história?
Sempre achei que quisesse um príncipe encantado, mas percebi que prefiro um cavaleiro. Quero um Lancelot e não um Arthur! Quero um sem-vergonha que me pegue de jeito e faça com que eu me sinta a sensação da festa. Quero alguém que me dê saudades, que olhe pra moça do lado, que minta sobre minha beleza. Quero alguém que me deixe dirigir seu carro, que não chegue devagar, que me faça dormir. Quero um canalha que deixe bem claro no primeiro encontro quem realmente é e não me faça acreditar que é perfeito para depois eu descobrir que perfeição não existe. Quero alguém que não pense nas conseqüências, que seja tão impulsivo quanto eu.Quero um tranqueira porque assim saberei com quem estou lidando. Hoje eu prefiro um sapo!
Por que bebemos? Porque ficamos cansados de trabalhar 40h, no mínimo, por semana, queremos esquecer da nossa cor amarelada de escritório 8h por dia e temos vontade de fugir da realidade que nos corrói. Trabalhamos arduamente para termos dinheiro, que gastamos sumariamente em baladas fúteis e bebidas de gosto duvidosos, porém com efeitos deliciosamente divertidos. A solução é deixar a vida suficientemente com sentido, para que possamos nos sentir livres o suficiente de qualquer vício. Ou será que bebidas são boas o suficiente para darmos um chega pra lá nos moralistas de plantão e dizermos em caso de emergência, dê-me cerveja? Como diria nosso amigo Zeca, só no sapatinho…
Eu fuço páginas de Orkut, Facebook, MySpace, blogs e qualquer outra coisa que estiver ao meu alcance. E por que não? É público, eu tenho acesso e disponibilidade. Eu vou mais é olhar o que acontece com os outros. Não que seja lindo o fato de fazer isso e tudo mais - nunca é politicamente correto admitir o que todos fazemos, de qualquer forma. Mas eu olho. Futrico, espio e procuro por mais. Por que de que outra maneira eu ia ficar sabendo que ela tá dando em cima daquele cara que eu tô afim?
A resposta é óbvia: sim! E digo isso como conhecedora e ex-usuária de todas as formas possíveis e imagináveis para se vigiar um namorado. Que formas? Ah, meu bem, são muitas! (…) Mas, escute meu conselho: nunca, jamais, em hipótese alguma, vasculhe a vida do seu boy na net, atrás de problema. Você vai achar. Mesmo que ele não exista, e não esteja nem perto de existir. A internet tem algum tipo de máscara que transforma tudo em casinhos e afins. Sabe aquela história? O que os olhos não vêem o coração não sente? Não, eu não concordo com ela. Mas às vezes, os olhos procuram tanto, que a mente encontra… ou inventa. E o coração sente. Se sente.


















