
Não vi estrelas; o chão não se moveu e não senti um friozinho na barriga. Era simplesmente um beijo, uma coisa que me parecia ainda um pouco estranha e não muito natural — mas foi exatamente o que eu esperava. E não foi como se depois disso minha vida tivesse se transformado, como se houvesse a Laura-antes-de-beijar e a Laura-depois-de-beijar. A única sensação que tive depois foi de satisfação comigo mesma por ser uma das primeiras da turma a realizar tal feito.
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